Ainda madrugada quando acordei, a chuva batia no telhado num som
ritmado e agradável, os galhos balançando ao sabor do vento formava desenhos
intrigantes no vidro da varanda...
-Sonolenta, pensei
no alento que essa chuva seria para meus temperos?...E para minha roseira que
toda prosa floresce pela 2°vez?...Um perfume!
