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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

NAS PROFUNDEZAS DO MAR SEM FIM....



O mar estava para o silencio.
Eu remava com delicadeza... Tanto para não assustar os peixes que vinham a tona, como para não perturbar tamanha calmaria.
O mar, eu e o nada...ou, o mar, eu e a imensidão...Todo o universo.
Estava quase na ilha quando o tempo mudou.Começou a ventar e o mar remexeu....( resolvi voltar) Mesmo com essas mudanças continuamos em perfeita sincronia.
Mais tarde  se aquietou novamente...O mar, eu, e o vento... agora com um novo elemento: a chuva!
Muito louco esse mar!!
Não resisti: parei de remar deitei na prancha ficando a deriva....
A chuva fria inundava meu rosto.Fechei os olhos e  deixei-me dissolver na bruma!!

sábado, 6 de fevereiro de 2016

NAS PROFUNDEZAS DO MAR SEM FIM...

Sai para remar e como quase sempre fui mar adentro.Lá nas profundezas novamente aconteceu:tudo parou...O mar, o vento...Eu.
O silencio era absoluto,tangente!..Eu, nessa imensidão senti na pele o quanto a superfície do mar é solitária.
Sou irresistivelmente atraída por esse silencio....Por essa solidão!!

domingo, 24 de janeiro de 2016

PÉSxxxxPÉSxxxxPÉS...

De pés problemáticos somos entendidos.
Principalmente em relação a calçados .Meus queridinhos pés se negam a ficar confortáveis até mesmo numa havaiana....Nem meias eles aguentam. Essa deve ser uma das razões de euzinha ter me apaixonado instantaneamente pelo SUP!..No stand up paddle eles ( meus pés) não precisam de nadinha, navegam livres leves e soltos.....
Tudo bem, meus pés não querem calçados procuram cada vez mais ficar bem longe dos mesmos.Provavelmente não sou a única  que isso acontece...Vez e outra encontro um calçado perdido. Sempre achava que o dono o havia perdido  ou abandonado....Ultimamente penso:Será que não serão eles (calçados) quem abandonam seus donos?..Cansados se rebelam e  saem pelo mundo em uma viagem solitária e sem volta.





sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Duvida existencial...


Quem sou eu?
Uma senhora?..Uma menina?..Uma velha?..
Nenhuma dessas...ou,todas!!
Hoje estou mais para " alcoolista" tomei um drink sozinha...
Só um drink?..
Hummmm...Um baita drink
Tudo bem não fui dirigir.Fui ler..Dormi...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Escritas.....

Quero uma roupa escrita!
Amei essas estampas,ou desenhos com efeito de escrita de ponta de caneta.
Não sei ainda como ?...Mas vou criar a minha...
Vou ter de encontrar uma boa caneta para tecido e escrever um texto.Ou, quem sabe bordar os caminhos com linhas e pontos....Assim vai ficar um trabalho  mais aotoral,exclusivo....








sexta-feira, 23 de outubro de 2015

PODERES...


Acordo! Um raio de luz atravessa a janela. O dia está nascendo.
Gosto das manhãs escuras cinzentas....
Há muito aprendi a manusear o tempo ao meu bel-prazer. Talvez uns raios...trovões....
Um chá de urtiga me deixa alerta!
Chamo meu gato...preto? Não! laranja com um olho verde. O outro olho não tem.
Preciso de inspiração. Leio Franks Stein...Tão monótono.Saio.Meu gato me acompanha, as pessoas nos olham de viez. Não gostam do meu cabelo espetado, tem medo do gato e acham ridículas as tralhas que arrasto comigo.
Sento em um banco na praça, começo a tricotar.  À..! gosto muitíssimo de tricotar meias longas ...sem fim....
Meu estomago e do gato rocam. Precisamos de comida, tento vender umas meias. Troco por pão e tomate.... Voltamos felizes. Ainda é dia, vou cuidar do jardim, a terra úmida me faz sorrir.
Colho margaridas e enfeito a cerca amarela. Anoitece! Invento estrelas e deito sobre a terra para contempla-las. Adormeço!

Acordo muito mais tarde com uma chuva fina. Busco minhas tralhas, acordo o gato e saio pela madrugada. Caminho encolhida e o gato miando, a chuva está fria... vou até a beira do rio, meu lugar favorito para refletir...ter meus momentos de lucidez.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Com as formigas....

Com as formigas....
SESC - Porto Cercado Pantanal



 



O formigueiro está instalado em uma sala de 50 metros quadrados. Em condições artificiais, com recipientes e tubos transparentes, foram reproduzidos os espaços de duas colônias de formigas. Aos olhos do visitante, em câmaras interligadas por galerias, as formigas cortam vegetais, transportam o material para os ninhos, cultivam fungos dos quais se alimentam e depositam o lixo, reproduzindo a perfeita dinâmica social desses insetos.